Publicado por: Dirceu Rabelo | 05/08/2010

Uma Festa de São Domingos “Apetitosa”

Festa de São Domingos em Dom Joaquim

Em Dom Joaquim, a Festa de São Domingos de Gusmão homenageia o padroeiro da cidade há mais de cento e oitenta anos. O dia do padroeiro, no calendário da Igreja Católica é oito de agosto, feriado municipal, mas a festa movimenta o município sempre no último fim de semana de julho. É aí que a cidade fica cheia de turistas e de dom-joaquinenses que moram fora e que estão passando ali seus últimos dias de férias, com toda a família. As missas e a novena em homenagem a São Domingos são tradicionais, além dos shows com bandas sertanejas e axé e outros ritmos e queima de fogos, na Praça da Matriz. Os leilões de pratos típicos e de outras guloseimas, oferecidas por fiéis e os bingos de leitões assados são também grande atração na Tenda de São Domingos. Outra grande atração que ocorre dentro da festa de São Domingos é o Motocando, que já há mais de 20 anos vem acontecendo na cidade no ultimo sábado do mês de julho, e que neste ano reuniu mais de 200 motoqueiros que percorreram a região, e no retorno fizeram um grande churrasco comemorativo na área de camping.

“Dom Apetite – A Arte do Sabor”

 Na foto: o expositor, o consumidor, o secretário e o prefeito.

Este ano, a novidade maior foi o “Dom Apetite – a Arte do Sabor”, uma exposição e venda de doces, queijos, mussarelas com especiarias, cachaças, linguiças, “quitandas” e outras especialidades deliciosas de Dom Joaquim, com direito a degustação de tudo o que era vendido. A coisa começou com uma idéia do prefeito Romani para um festival de quitandas, e foi tomando corpo e deu no que deu: um baita sucesso de público, de vendas e de elogios de todos os lados. Tudo foi vendido. Alguns produtos terminaram antes mesmo da feira ser aberta. Um achado! Sucesso Total! Todos diziam. Era o maior sufoco encontrar um simples queijo para levar depois da festa. Querer achar um doce de leite então era procurar agulha no palheiro. Procurar biscoitos de goma era procurar briga. Com o “Dom Apetite”, o problema foi sanado. Tudo agora estará num mesmo lugar, para ser adquirido nas festas dom-joaquinenses.

O artesanato local também participou do festival, abrilhantando a festa e os artesãos de Dom Joaquim puderam faturar um pouco mais. A cidade deve ter recebido aproximadamente 3.000 (três mil pessoas) no fim de semana prolongado da festa do padroeiro, que conta sempre com o apoio da Prefeitura Municipal de Dom Joaquim.

 

O stand com degustação e venda da pinga “Olintinha” e tira-gosto de mussarela, foi o mais concorrido, como se vê na foto do “Dom Apetite”.

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Responses

  1. Queremos bis! Q tal no (“Rodeio”)…quero dizer na 1ªFesta do Domjoaquinense ausente. Seria um grande presente! Palpiteiro q sou, sugiro uma homenagem ( infelizmente póstuma) à D. Madalena que fazia a melhor linguicinha da região…lembro-me da Feira de Turismo em BH quando levamos este petisco mineiro no Stand do Circuito da Serra do Cipó… faziam fila para degustação da famosa linguiça caseira de DOM JOAQUIM…espero que ela tenha deixado a receita! Grande abraço e sucesso sempre!

  2. Claudinho, palpite seu é sugestão e sugestão interessante assim, a gente leva a sério. Mas, chegamos a conclusão que o “Dom Apetite – A Arte do Sabor” foi um baita de um sucesso, mas que seria um fracasso na festa do dom-joaquinense ausente; primeiro, pelo público, formado por maioria de jovens e segundo, temos muitas coisas novas para adicionar ao evento e os próprios produtores não teriam tempo hábil para produzir em quantidade suficiente para uma feira como o “Dom Apetite”. Quanto à sua sugestão de uma homenagem à tia Madalena, acho legal a idéia, mesmo porque a Raquel está aí com a fórmula da linguiça que elas faziam juntas, há muitos anos. Grande abraço. Continue palpitando. Continue dando seus pitacos. Eles são sempre bem-vindos.

  3. Esqueci de dizer-lhe, caro Claudney, que o próximo “DOM APETITE” está previsto para a Semana Santa do ano que vem, com tudo que temos direito, talvez até com serviço de comidas típicas. Você viu que este ano não tínhamos lixeiras? Pois é! Nos esquecemos. No ano que vem (e foi idéia do Romani) faremos umas 15 lixeiras de balaio, daquelas parecendo ninho de galinha, só que mais altas. Abração!


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