Publicado por: Dirceu Rabelo | 13/10/2011

CARTAS ANONIMAIS

 

 CARTAS ANONIMAIS

Dirceu Rabelo

 

Eis que de quando em vez se levanta,

Neste torrão que me viu nascer

Um ignóbil dedo acusatório

Em covardes e anônimas folhas.

E lá não está a assinatura virulenta;

Mas, ela vem embutida, encardida,

Pois já se sabe de qual fétido pântano

Essa triste podridão moral brota.

E mais lastimável se torna ainda

Quando em folheto servil lançam também

Vômitos apócrifos contra alguém,

Levando a simples retórica de infamar.

Mas, nada, nada mesmo pode macular,

A imagem íntegra de pessoas que lutaram

Anos e anos a fio, e que se tornaram

Personalidades e baluartes da sociedade.

Hoje, uma comunidade inteira vibra unida,

Prevenida contra esse mal que age nas sombras.

Covardes, desunidos, sempre serão vencidos!

Mas, insistentes, seguem sua saga de injuriar.

Os bons permanecerão; eles passarão…

Os de boa índole ficarão na história.

Serão lembrados por suas boas ações;

E como reconhecimento Divino, a paz.

Os torpes, coitados, terão o desprezo,

E a prestação de contas com o Pai…

Será penosa, demorada, dolorosa.

Sombrias consciências! Pobres espíritos!

http://poetasdelmundo.com/Poetas/6444/Dirceu%20%20Thomaz

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