Publicado por: Dirceu Rabelo | 08/02/2012

ALZHEIMER: UMA MOLÉSTIA ESPIRITUAL

ALZHEIMER: UMA MOLÉSTIA ESPIRITUAL

Dr. Américo Marques Canhoto
 
 
Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos, nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal.
 
Médico de família desde 1978. Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto – Estado de São Paulo – Brasil.
 
Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se diziam indicados por um médico: Dr. Eduardo Monteiro. 
Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse “médico” era um espírito, que lhe informou: “Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento.”
 
Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar – dois casos na família.
Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual.
 
Será que as projeções estatísticas de alguns anos atrás valem para hoje?
Serão confiáveis como sempre foram?
 
Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até menos?
 
        Alerta
 
É incalculável o número de pessoas de todas as idades ( até crianças ) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção ( primeira fase da doença de Alzheimer ). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc.
 
Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar?
Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar?
É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?
 
Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer, que  em nossa experiência temos observado, algumas características se repetem:
 
  •     Costumam ser muito focadas em si mesmas;
 
  •     Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co-dependência e até de simbiose. A partir do momento que a outra pessoa passa a não querer mais essa dependência ou simbiose, o portador da doença (que ainda pode não ter se manifestado), passa a não ter mais em quem se apoiar e, ao longo do tempo, desenvolve processos de dificuldade com orientação espacial e temporal;
 
  •     Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução);
 
  •     São de poucos amigos; gostam de viver isoladas;
 
  •     Não ousam mudar; conservadoras até o limite;
 
  •     Sua dieta é sempre a mesma. (Os alimentos que fogem às suas preferências, fazem-lhes mal; portanto, os alimentos são muito restritos);
 
  •     Criam para si uma rotina de “ratinho de laboratório”;
 
  •     São muito metódicas.  ( Sempre os mesmos horários e sempre as mesmas coisas, mesmos alimentos, mesmas roupas);
 
  •     Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas bem antes da doença se caracterizar;
 
  •     Cultivam manias e desenvolvem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo);
 
  •     Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar;
 
  •     Leitura os enfastia;
 
  •     Não são chegadas em ajudar o próximo;
 
  •     Avessas á prática de atividades físicas;
 
  •     Facilmente entram em depressão;
 
  •     Agressividade contida;
 
  •     Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar;
 
  •     Não se engajam em nada, sempre dando desculpas para não participar;
 
  •     Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez;
 
  •     Bloqueadas na afetividade e na sexualidade, algumas têm dificuldades em manifestar carinho. Para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano;
 
 
        Gatilhos que costumam desencadear o processo
 
    Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco, são os que se aposentam – especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em seqüência. Isolam-se.
 
    Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças.
 
    Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas, quando não podem vampirizar os familiares ou parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.
 
 
         O que é possível aprender como cuidador?

Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro.
 
 
        A dieta influencia?
 
    Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação, centrada em carboidratos e alimentos industrializados.
 
    Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6;
 
    Devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim).
 
    Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.
 
        Doença silenciosa?
 
Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância.
Analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência, até o problema da doença de Alzheimer.
Dia após dia, fase após fase o quadro do que nos espera no futuro vai ficando claro.
 
        O mal de Alzheimer é hereditário?  Pode ser transmitido?
 
Sim pode, mas não de forma passiva, inscrito no DNA, e sim, pelo aprendizado e pela cópia de modelos de comportamento.
 
 
        Remédios resolvem?
 
Ajudar até que ajudam, mas resolver é impossível, ilógico e cruel, se possível fosse; pois, nem todos têm acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo, pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas.
 
        Remédios previnem?
 
Claro que não; apenas adiam o inexorável.
Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam.
Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio à terceira idade.
A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa.
A doença de Alzheimer, acima de tudo, é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um bom remédio.
O ato de nos vacinarmos contra a doença de Alzheimer é o de estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos. A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade.
 
 
        Quer evitar tornar-se um Alzheimer?
 
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com muito esforço e inteligência.
Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente.
Além das dúvidas que levantamos, esperamos que os interessados não se furtem ao saudável debate.
 
‎”O desapego é necessário para o crescimento espiritual.”
 
 
E aqui fica a célebre frase de todo doente de Alzheimer:
 

“Quero voltar para minha casa

Que casa seria esta?

 
NR) Colaboração: Grupo “Alhos & Bugalhos”
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Responses

  1. ADOREI!!!
    A minha mãe está com alzheimer ou esclerosada, pois o médico não sabe definir…é bem assim!

    E todos os dias e por várias vezes ela pede para ir para a casa dela…..

  2. Edith Mayre, minha querida amiga e irmã!
    Sabemos que, com certeza, sua mãezinha está sendo bem cuidada e assim será até que ela finalmente retorne para A SUA VERDADEIRA CASA.
    Como sabemos, e como espíritos eternos que somos, desde que fomos criados pelo PAI CELESTIAL, nossa PÁTRIA VERDADEIRA, NOSSA CASA REAL ESTÁ LÁ NO PLANO ESPIRITUAL. Estamos aqui neste orbe de passagem, para expiações e/ou provações necessárias.
    Rogamos ao Pai, paz espiritual para sua querida mãezinha.
    Grande abraço fraterno e com o pensamento sempre em Jesus!

  3. Meu pai cuidou com muito amor e dedicação do meu avô (seu pai) durante 8 anos com processo de alzheimer. Poderia me explicar se houve um processo de obsessão entre eles, pois eles são bem parecidos e não entendi essa relação da obsessão cotada no texto.

    Obrigada, o texto foi muito esclarecedor.

  4. ” Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas, quando não podem vampirizar os familiares ou parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.”

    Cara amiga e irmã Adriane,
    Copiei a parte que fala do processo obsessivo para que você entenda melhor o que aconteceu com seu avô. Ele, seu avô é que escancarou as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos; e houve a degeneração.
    Agora, seu pai foi um anjo de caridade e amor ao velho pai, dedicando-se a ele como manda os ensinamentos de JESUS,
    Seu pai, de obsessor não tinha nada. Ele tinha muito amor e dedicação ao pai dele, com certeza por débitos do passado.
    Que Jesus a ilumine e lhe dê muita paz. Grande abraço!

  5. Boa noite,
    Obrigada pelo esclarecimento. Estarei passando essas informações para outras assim como foi enviado para mim por uma amiga, pois achei muito esclarecedor.
    Como dizia meu “querido avô”, QUE A PAZ ESTEJA SEMPRE COMO VOCÊ!

    Até breve!

  6. Nosso objetivo, caríssima Adriane é exatamente repassar aquilo que estamos sempre aprendendo com a Doutrina Espírita.
    Eu mesmo já estou com 65 anos e embora viva só, procuro ajudar o próximo tanto aqui no blog, como também na Fraternidade Espírita Casa do Caminho que fundamos aqui em Dom Joaquim/MG, minha terra natal e onde resido atualmente. Também não deixo de trabalhar e faço o máximo para me alimentar bem. Acho difícil o Mal de Alzheimer me pegar; mas, nossa vida está nas mãos Maravilhosas do Pai e confiamos no Grande Arquiteto do Universo.
    Que Jesus a abençoe!

  7. Amigo Dirceu Rabelo, parabéns por este belo post, onde certamente estará contribuindo para com a nossa sociedade.
    Agradeço de coração por sua amizade e pelo apoio que tens me dado quando se trata de nossos idosos que tanto sofrem no Brasil e no Mundo.
    Agradeço pelo apoio ao http://maustratosaoidosodenuncie.blogspot.com
    Forte Abraço do seu Amigo.

  8. Eu, caro amigo Ricardo é quem agradeço por poder publicar matérias que cheguem até o caro amigo, e que dizem respeito aos nossos irmãos idosos. Só mesmo Jesus para cobrir-lhe de saúde e paz, para que continue a trabalhar por eles, tão renegados pela sociedade e pelos governantes que deveriam protegê-los.
    Os governos Lula e Dilma estão querendo acabar de vez com os idosos, com a vergonhosa política com relação aos aumentos dos aposentados que recebem mais de um salário mínimo. Será o caos, enquanto eles estiverem lá no governo. Um governante que não cuida de seus idosos e de suas crianças não merecem mais um voto de confiança sequer. Eles não merecem mais o meu voto, pois deixaram nossos pequeninos e nossos velhinhos jogados à beira dos caminhos, nos quais passaram em reluzentes carruagens distribuindo benesses eleitoreiras.
    Grande abraço mineiro e conte sempre conosco!

  9. DOENÇA ESPIRITUAL O C A R A L H O .

    Me mandaram esse texto por e-mail. Acabei de ler e fiquei com NOJO. Estou indignado.
    Procurei no Google sobre o autor dessa porcaria e caí aqui, espero que ele leia isso.

    Você, com esse texto ridículo, só está prestando um desserviço a quem tem a doença e a seus familiares.

    Estou escrevendo isso às 7:00 do dia 06 de março de 2012. Daqui a pouco eu saio de casa, rumo ao velório do meu pai, que morreu ontem devido a complicações do mal de alzheimer.

    Convivemos com a doença dele por praticamente 11 anos e posso garantir que todas essas “indicações”, “sintomas” e tudo mais escrito nesse texto abaixo são totalmente ridículos.

  10. Caro Fabio,
    Entendo o seu momento difícil em que perde um pai, ou melhor, não perde, porque ele continua vivo por ser um espírito eterno e Criatura Divina que voltará a reencarnar e seguir sua jornada.
    A matéria, embora você a tenha “jogado à fogueira” está ajudando a muita gente que é mais espiritualizada.
    Não posso dizer mais nada, já que repassei a matéria para ajudar as pessoas e as estou ajudando.
    Que Jesus o abençoe e que seu caro pai seja recebido no Plano Espiritual, para descanso e reabilitação espiritual.

  11. Ajudar?

    ”Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas, quando não podem vampirizar os familiares ou parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.”

    Palhaço.

    O que está escrito para mim é uma OFENSA aos doentes de Alzheimer. Meu pai teve uma doença e morreu. Isso não tem absolutamente nada a ver com espiritualismo ou qualquer merda dessa. Ele era um bom homem, cristão, excelente pai de familia e sua doença não tem nenhuma ligação com religião.

    Querem ter suas crenças, tudo bem, é um direito de todos, mas não se metam a falar de doenças. Isso só confunde e atrapalha os doentes e sua família.

    Vou fechar essa porcaria de página e não pretendo voltar aqui. Não estou interessado em nada que você escreve, apenas fiquei indignado quando vi esse texto ridículo.

    Adeus e até nunca mais.

  12. Fábio,
    Continuo entendendo seu momento de dor, mas estamos vivendo numa democracia e nós continuaremos exercendo nosso direito de escrever e postar matérias, mesmo que elas não lhe convenham.
    O que podemos garantir que tenha acontecido com seu pai? Tomara que você tenha razão e que ele tenha sido um caso à parte.
    Não somos Deus, nem eu, nem você; pelo contrário, somos espíritos em dívida, e muito endividados, e não por acaso estamos encarnados neste orbe.
    Façamos nossa parte, evitando tantos desvarios sem necessidade. Afinal, trata-se de uma matéria e ninguém diagnosticou o caso específico de seu desencarnado pai.
    Que Jesus o abençoe!

  13. Amigo Dirceu, temos minha mãe com Alzheimer. Por tudo que li, entendo que ela esteja na última fase da doença. Em muitos itens que você coloca eu vi as atitudes de minha mãe. Depois que meu pai faleceu, mais ou menos 1 ano depois a doença se manifestou. Somos em duas filhas e um filho.
    E e minha irmã somos espiritas, minha mãe também frequentava. Tratamos dela com muito carinho, e graças a Deus temos condições de dar uma boa qualidade de vida para ela. Ela está numa cama já há + ou – 4 anos, adaptamos uma cadeira do papai com rodinha, para levá-la sempre onde estamos, na hora do almoço ou quando em festa em casa. Na maioria dos momentos ela está alheia a tudo, mas em alguns momentos tenho certeza que ela ou mesmo o espirito dela entende o que está se passando. Mas é um aprendizado muito grande uma evolução para nós.
    Obrigada por compartilhar conosco, seu estudos e fundamentos, tudo isso nos ajuda a seguir em frente ajudando até ela voltar para a sua casa espiritual

  14. Maria Angela, querida irmã!
    Que bom que você tenha lido o texto com o coração aberto e cheio de esperança em Deus. Já nosso irmão que fez os comentários acima, não entendeu nossa vontade de ajudar o próximo e simplesmente defendeu a memória do pai recém desencarnado. Concordo com a visão dele, desde que ele concorde com a nossa visão de Espíritas.
    Que o Amado Mestre Jesus dê forças a você e sua amada irmã, para que possam devolver um pouquinho da dedicação dessa mãezinha que tanto velou o sono e a paz de vocês, no decorrer desta vida. É um anjinho aguardando o momento de voltar àquela que é realmente a nossa casa espiritual.
    Que Deus abençoe a toda a sua família!

  15. Meu pai morreu com essa doença, aos 85 anos. Foi uma pessoa admirável, um exemplo para mim de integridade, de generosidade e amor abnegado. Pouco se enquadra nas características descritas como comuns às pessoas que desenvolvem essa doença. Meu pai adorava ler e foi com ele que desenvol o amor a leitura. Nunca se deixou enfeitiçar pela musa televisão, apenas assitia aos noticiários. Embora não sendo da geração academia, gostava de se exercitar, gostava de andar a pé ou de bicicleta até bem idoso, pouco tempo antes de desenvolver a doença. Não era, é verdade, de muita conversa, mas era de ação, de atitude. Severo sim com os filhos, mas isso era um traço comum de seus conteporâneos mas não media esforço ou sacrificio para nos ajudar nos momentos dificeis. Meu pai foi meu melhor amigo, amigo confiável, leal, por isso não concordo com a explicação.
    Quanto a alimentação, meu pai adorava frutas, legumes, peixe, queijos (gostava muito de uqeijos) e nem era tão chegado a carboidratos.
    Acho que essa doença tem mais a ver com o stress, meu pai passou muitas situações dificeis, de aperto financeiro, de tragédias em família. isso sim me parece uma explicação razóável.

  16. Milene, querida irmã!
    Esta matéria sobre o mal de Alzheimer já nos trouxe diversas reações, desde as mais violentas, às mais nobres. (veja os comentários) Nosso objetivo aqui é informar e repassar aquilo que os estudiosos da medicina normal e da Doutrina Espírita explicam sobre esses males que assolam a humanidade.
    É bem provável que seu bom pai tenha sido atacado pelo stress, pelas dificuldades da vida e você mesma pode comprovar que ele era um bom pai e um bom homem.
    Um grande abraço fraternal.

  17. Concordo plenamente com o Fabio Cardoso,cuidado com o que colocam sobre a doença Alzheimer.Li o texto de coração aberto e com tranquilidade,mas discordo totalmente com a parte que culpam a pessoa pela doença.Um horror.Eu que frequento a Abraz uma entidade seria,jamais ouvi falar ,que uma pessoa que nao se doa,que so pensa em si,enfim que nao pratica o bem,fora outros conceitos citados no texto,pode ser uma vitima do Alzheimer.Minha Mãe nao se enquadra em nada exposto no texto..e assim com ela ,conheci varios doentes,que de forma alguma tem essas caracteristicas. O que nos passam nesse texto,é que as pessoas tem Alzheimer por que querem.O pior,é que algumas citações que eu acho validas e verdadeiras,se desvalorizam no exagero de algumas colocações..A depressao,tristeza podem acelerar a doença se houver uma predisposição.O isolamento da aposentadoria,pode gerar uma depressão.Mas nada esta provado.Agora tenho certeza que um dia estudando a quimica do ser humano chegarão a algum resultado,mas nao vamos rotular,que ser uma pessoa egoísta e etc terá Alzheimer,e ser bom evitará.É muita irresponsabilidade.E culpar o doente de Alzheimer pela doença,quer dizer,fora o que ja lhe é tirado de dignidade,mais essa.Nao concordo.

  18. Lourdes,
    Boa noite!
    O que fizemos, foi repassar uma matéria, para que ela fosse lida democraticamente. Só isso! Se a doença em sua mãezinha não se manifestou desta maneira, seu comentário servirá de alerta aos leitores que aqui virão para se informar.
    Não queremos de maneira alguma levar uma informação errônea para as pessoas, mas veja que muitos concordam com o texto. É difícil agradar a todas as pessoas…
    Que Jesus a abençoe e à toda a sua família.

  19. Dirceu ,entendo bem que voce repassou a materia,para democraticamente as pessoas analisarem se concordam,ou não.Quanto aos que concordam com o texto,sugiro que pesquisem melhor na Abraz,e quem sabe mudam de idéia e oarem de culpar seu doente pela doença.Desculpe a minha indignação.Mas praticar a bondade e perdoar ,evitam o Alzheimer.?Quem dera..Acho que devemos praticar o bem,sermos caridosos sim,e perdoar ,mas isso não nos impede de adquirir a doença..infelizmente.Dirceu acho que ja fui abençoada,pois posso cuidar da minha Mãe com muito amor,paciência e, resignação.Quando olho pra ela,vejo toda a bondade,amor ,cuidado que ela doou a muitos.A perda de um filho , acelerou a doença, nisso eu acredito..pois destroi neuronios..Gostaria de deixar registrado aqui isso..Cuidem com muito Amor..Grata a voce que da espaço para opinarmos democraticamente..Quem sabe voce estudando mais a doença,mude de idéia a respeito do texto..ou melhor, algumas partes do texto..
    Jesus o abençõe tambem.

  20. Querida Lourdes,
    Para dizer a verdade, não tenho opinião formada sobre o assunto, já que trato de vários deles aqui e em poesias e crônicas que faço, mas relendo o texto eu o achei muito radical.
    É por isso que comentários como os seus são tão importantes para nortear os nossos leitores que leem não só a matéria, mas também os comentários dos outros leitores, com certeza.
    Abraço fraternal e que Jesus dê muita paz e saúde a você e à sua mãezinha.


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