Publicado por: Dirceu Rabelo | 13/03/2012

O PLÁSTICO

O PLÁSTICO

Quantos elefantes foram sacrificados pelos traficantes de marfim? 

 Por séculos, o marfim foi o material usado para quase tudo; desde cabos de faca até as bolas de bilhar. Assim, o elefante sofria com perseguições e suas presas eram cotadas como ouro branco.

 A partir de 1880, o baixo estoque de presas (tudo tem um fim, pensem nisso!), combinada com a popularidade do bilhar, resultou em uma crise.

 A maior fabricante de bolas dos Estados Unidos, a Phelan e Collender, ofereceu 10.000 dólares em ouro para quem criasse um substituto sintético do marfim.

 Mas foi em 1907 que Leo Baekeland, inventor de origem belga (Já estava rico na época com o papel fotográfico de revelação rápida), fez uma combinação certa de fenóis e aldeído fórmico dando origem ao primeiro plástico sintético, o baquelite.

  Impermeável, resistente ao calor, à eletricidade e aos ácidos, assim, ideal para fazer bolas de bilhar. As indústrias automobilística e eletrônica, que surgiam no mesmo período foram beneficiadas com a descoberta do novo material.

 O plástico passou ser usado em tudo, até em peças de avião. Atualmente somos dependentes do plástico, um mercado mundial que movimenta aproximadamente 260 bilhões de dólares e que emprega 1,4 milhões de pessoas… E os elefantes agradecem!

 É… O plástico faz a diferença!

NR) Colaboração: Yna Beta (Grupo Alhos & Bugalhos)

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