Publicado por: Dirceu Rabelo | 05/08/2012

A EUTANÁSIA DOS ANIMAIS – CRIME OU CARIDADE?

A EUTANÁSIA DOS ANIMAIS – CRIME OU CARIDADE?

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Ressaltando que, antes de se explicar o processo, que a eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes se livrarem de um “incômodo”. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar do animal,por ser velho…etc Nesse caso não falaremos em eutanásia, e sim em assassinato. Somente o médico veterinário, após passar anos estudando,sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.

Quando um animal falece,seu espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-los aos locais adequados no plano espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia,eles são iguais assistidos e amparados pelas equipes espirituais.

Quando um veterinário procede a eutanásia, ele usa anestesia geral para que,perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega desse animal, procede aos desligamentos complementares desse corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Nesse momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado nele. Portanto, desse modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.

As equipes espirituais que se encarregam dos animais se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnados, eles imediatamente se veem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para miniaturização que antecede o retorno ao mundo físico. Nesse processo, todo sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento( em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento.

Fonte: Livro: Espiritualidade dos animais, Marcel Benedeti.

NR) Esta é uma opinião do escritor Marcel Benedeti (já desencarnado) que tem opositores e defensores ferrenhos de tal tese, dentro e fora da Doutrina Espírita. Eu, na minha humilde posição de defensor dos nossos queridos irmãozinhos de jornada, já penso que devemos fazer de tudo para mantê-los vivos. Mas, chega um momento em que há uma grande diferença entre a eutanásia dos animais e a dos humanos. Nós, humanos, já somos dotados de espíritos – não agimos por instinto – e cada minuto de sofrimento que temos é importante para nós, pois nosso carma, na maioria das vezes é para expiar o mal que fizemos a outrem, nesta, ou em vidas passadas, ou por opção reencarnatória.  Já o sofrimento dos animais é desnecessário e muito mais triste. Se contratamos um veterinário que lhe dê uma anestesia e depois abrevia seu sofrimento com um medicamento recomendado, melhor para ele. E Deus deve ver nisso um ato de caridade. 

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Responses

  1. Os animais sofrendo sem como parar o sofrimento sera que esta certo eutanasia?

  2. Conforme você pode ver na minha Nota do Redator (NR), logo abaixo da matéria, cara Jandira, eu sou a favor de se fazer tudo para salvar e dar mais tempo de vida ao amiguinho de jornada. Se não for mesmo possível e com o acompanhamento de um bom veterinário, abreviar-lhe a vida e o sofrimento, para mim, nem é eutanásia. Deus entenderá nosso ato.
    Mas, eu gostaria que mais leitores dessem suas opiniões, principalmente os espíritas.
    Um abraço!

  3. Boa noite caro Dirceu: Este é um assunto muito delicado.Não gosto do sofrimento e não posso afirmar que ele seja “um mal” necessário.Respeito a opinião de todos, porque todos têm direito de expressão,contudo quero deixar bem claro que,quanto aos animais,creio que quando não há mais solução, essa medida pode ser tomada.De resto, fico apenas em hipóteses.Abraços;Júlio Cesar

  4. Caro Júlio Cesar,
    Você reparou que depois da matéria, que foi retirada dos livros de Marcel Benedeti que tratou do assunto com grande maestria, eu deu minha opinião como redator do blog e o meu pensamento é exatamente igual ao seu. Mas somente uma vez usei de tal recurso com um galo de estimação que estava sofrendo muito e sendo atacado por moscas varejeiras, havia deixado de se alimentar e tomar água. Tive que fazer uma viagem e ninguém tomaria conta dele no seu restinho de vida. Pedi a um colega para sacrificá-lo depois que eu viajasse. Antes de viajar fiz uma cova para ele e esse meu colega veio e o sacrificou e depois o enterrou no local indicado. Senti-me aliviado por não ver o velho amigo cantor e dono do terreiro em estado tão precário.
    Um grande abraço!

  5. oi tudo bem, como se reconhece quando nosso animalzinho voltou, perdi a minha em maio e hj ja ganhei duas cachorrinhas, as vezes converso com elas para tentar descobrir, mas gostaria de sentir, saber quando a que morreu vai voltar, tem como sabermos?!!! abraços e tudo de bom!

    • Olhe querida Kika, só você mesma para identificar qual é o seu animalzinho reencarnado. Tenho um caso recente de uma cadelinha de uns três meses de idade, toda doente e cheia de bernes, sarna e feridas horrorosas que entrou por minha varanda e com um olhar angelical pediu-me para ficar. Ela foi ficando, eu fui tratando dela, alimentando, e dei-lhe o nome de Gina (Lollobrigida) em homenagem à artista de cinema. Hoje ela está linda e é a dona da casa, mas eu quase sempre a chamo de Baby que era o nome de minha última cadelinha que morreu envenenada há alguns anos. Só que já reparei que quando a chamo de Baby, ela reage mais alegrinha, ou seja, é a Baby que retornou e agora é a Gina. Quem era antes uma linda poodle preta, hoje é uma vira-latas graciosa e sem vergonha… kkkkkkk
      Vá reparando devagar que você a reconhecerá.
      Abraço afetuoso!


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