Publicado por: Dirceu Rabelo | 28/01/2013

COINCIDÊNCIA OU PRESSÁGIO DO RESGATE COLETIVO?

COINCIDÊNCIA, OU PRESSÁGIO DO RESGATE COLETIVO?

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Crianças judias

No dia 24 deste mês, como podem ver abaixo, publicamos uma matéria sobre a vida da heroína Irena Sendler que salvou milhares de crianças judias que seriam mortas pelos alemães, e que está lá com o título “RESGATE”. Era uma homenagem àquela mulher, que com toda certeza é um espírito de grande nobreza, e que veio à terra em missão sublime.  Não poderíamos imaginar que estávamos “prevendo” uma tragédia que ocorreria na madrugada do dia 27, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Dia 27/01, Dia internacional em Memória ao Holocausto, onde milhares de Judeus morriam achando que iriam tomar banho e entravam em câmaras de gás operadas por alemães. Dia 27/01, em Santa Maria – RS, cidade com grande quantidade de descendentes de alemães, 233 jovens morrem em uma ocorrência semelhante a uma câmara de gás, onde iriam para se divertir. A maioria corre para os banheiros (?).  No episódio, desencarnam 8 (oito) militares do exército.

Há a possibilidade de um fato da Segunda Grande Guerra Mundial estar conectado com a tragédia da Boate Kiss?  Infelizmente, sim!

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Irena - Idosa

Foto: Irena Sendler já idosa.

IRENA SENDLER

Irena Sendler foi uma das grandes heroínas polonesas da Segunda Guerra Mundial que salvou mais de 2.500 crianças judias do gueto de Varsóvia. Ela gostava de recordar que foi educada “a partir da crença de que se deve salvar as pessoas, não importa a religião ou nacionalidade”.

No fim do verão de 1942, Irena Sendler se uniu ao movimento de resistência Zegota, (Conselho de Ajuda aos Judeus).

A polonesa conseguiu retirar de maneira clandestina milhares de crianças do gueto e as alojava entre famílias católicas e conventos.

Apenas em março de 2007 a Polônia lhe prestou uma homenagem solene e seu nome foi proposto ao prêmio Nobel da Paz.

No entanto, o memorial israelense do Holocausto, o Yad Vashem, lhe entregou em 1965 o título de Justo entre Nações, destinado aos não-judeus que salvaram judeus.

Prisão

Sendler foi presa em sua casa em 20 de outubro de 1943.

Durante o período em que ficou detida no quartel-general de Gestapo, foi torturada pelos nazistas que quebraram seus pés e pernas. Ainda assim, ela não deu informações. Logo depois, foi condenada à morte, mas milagrosamente foi salva quando a conduziam à execução por um oficial alemão que a resistência polonesa conseguiu corromper.

Sendler continuou sua luta clandestina sob uma nova identidade até o final da guerra, trabalhando como supervisora de orfanatos e asilos em seu país.

Nunca se considerou uma heroína. “Continuo com a consciência pesada por ter feito tão pouco”, declarou.

Devido ao seu estado de saúde delicado, Irena Sendler não participou da cerimônia que lhe homenageou em 2007, mas enviou uma sobrevivente, salva por ela em um gueto quando bebê, em 1942, para ler uma carta em seu nome.

“Convoco todas as pessoas generosas ao amor, à tolerância e à paz, não somente em tempos de guerra, mas também em tempos de paz”, escreveu.


Responses

  1. A polônia e muitos países vizinhos sofrerão muito ainda. Com invasões e guerras religiosas. É o carma da Europa.

  2. É, parece Jaja que isso está mesmo longe de acabar. Triste só de pensar nisso
    Um abraço!


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