Publicado por: Dirceu Rabelo | 02/03/2013

EU PRECISO TER ALGUÉM…

EU PRECISO TER ALGUÉM…

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SILVANA GIUDICE

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mulher solitaria cama flor vermelha

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Não muito raro ouço esta frase: Não sei ficar sozinha, preciso ter alguém…

Uma questão de necessidade!
O desejo de ter um relacionamento amoroso é universal. Acreditamos que o amor e a paixão podem nos libertar do vazio e do medo e nos tornar “inteiros”.
Logicamente, no âmbito físico, não somos um todo e jamais seremos. Cada um de nós, homem ou mulher, é metade de um todo, e nesse nível o desejo de ser completo se manifesta por intermédio da atração homem-mulher.
Assim, quando nos apaixonamos, imaginamos que a satisfação que o outro nos proporcionará será eterna.
 

Essa é uma disposição mental “distorcida e inconsciente” que cria a ilusão de salvação no futuro.
Entretanto, passados os primeiros estágios da paixão, chega o momento em que o parceiro deixa de preencher as nossas necessidades, ou melhor a necessidade do nosso ego.
As sensações de medo, sofrimento e falta encobertos antes pelo “encantamento inicial” voltam a aparecer e invariavelmente essa perfeição aparente acaba destruída pelas discussões, conflitos e às vezes até por violência física e emocional.

Ciclos de amor e ódio podem se tornar tão intensos que nos deixarão viciados na outra pessoa.
O medo da perda, então, inicia os ciclos de dependência, possessividade, ciúmes, chantagem emocional, acusações, culpa…
Onde está o amor agora? Amor, vício ou dependência?
Será que o amor pode se transformar no seu oposto em segundos?
O querer ter alguém deve partir de um desejo bem intencionado e não da mera necessidade de preencher um vazio, porque a Lei é clara: – a atração entre dois seres obedece a lei espiritual de ressonância rítmica, ou seja semelhante atraí semelhante.
Que tipo de amor queremos atrair?
Precisamos antes estarmos prontos e desenvolvidos para atrair o amor que desejamos, porque o amor vem quando não estamos esperando por ele, e quando menos se espera.

Muitos entram em qualquer relacionamento de cabeça, só para não se sentirem sós, e no final acabam quase sempre saindo machucados, feridos e até humilhados física e emocionalmente de relações, que nem de longe deveriam ter começado…
Relações que simplesmente aconteceram por insegurança, vaidade, teimosia ou medo da solidão.
No entanto, se nesse “meio tempo” aprendemos que “não ter alguém”, não significa “estar só”, despertamos também para a dimensão do nosso ser e celebramos a plenitude de nossa existência.
No mais, na hora certa… acontece!

“Só uma alma sensível pode perceber outra”.

Da Tradição Oriental

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Fonte: O.U.S.E. – Ordem Universal dos Seres Estelares


Responses

  1. Adorei o blog, Parabéns!!

  2. Agradeço-lhe pela gentileza, querida Thaís Marina e posso lhe garantir que o que faço é feito de coração, com amor mesmo!
    Um grande abraço e que Jesus a proteja e ilumine sua estrada!


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