Publicado por: Dirceu Rabelo | 04/06/2013

OS CÃES PODEM VER ESPÍRITOS?

OS CÃES PODEM VER ESPÍRITOS?

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cachorro-assustado

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Os Espíritos ensinam que nos animais há uma inteligência, porém, limitada (questão 593). Comentando a questão, Kardec afirma que “há neles uma espécie de inteligência, mas cujo exercício quase que se circunscreve à utilização dos meios de satisfazerem às suas necessidades físicas e de proverem à conservação própria”. Mais adiante, na questão 597, ensinam os Espíritos que há nos animais uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. “É também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus”. 

Na questão 606, afirmam os Espíritos que o princípio inteligente dos animais é tirado do elemento inteligente universal, assim como o do homem, sendo que no homem passou por uma elaboração que o coloca acima da que existe no animal. É uma fase de preparação para alçar vôos mais altos. Uma espécie de germinação, que vai propiciar a esse princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito (questão 607). O reino animal, desse modo, é uma espécie de germinação, que vai propiciar ao princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito, entrando, então, a partir daí, no período de humanização. Há nos animais aptidões diversas, comuns aos seres humanos, tais como certos sentimentos, certas paixões e faculdades espirituais outras que estão em desenvolvimento. 

Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, transcreve uma mensagem de Erasto, em que ele explica que “é certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais. Ainda com mais freqüência vedes cavalos que se negam a avançar ou a recuar, ou que empinam diante de um obstáculo imaginário. Pois bem! tende como certo que o obstáculo imaginário é quase sempre um Espírito ou um grupo de Espíritos que se comprazem em impedi-los de mover-se. Lembrai-vos da mula de Balaão que, vendo um anjo diante de si e temendo-lhe a, espada flamejante, se obstinava em não dar um passo. E que, antes de se manifestar visivelmente a Balaão, o anjo quisera tornar-se visível somente para o animal.” 

Fonte: ESPIRIT BOOK

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Responses

  1. Boa tarde sr. Dirceu li seus comentarios sobre caes que desencarnam,preciso de uma resposta urgente.ninha cadelinha era criada como minha filha e era minha companheira ela sempre estava comigo onde eu fosse ela foi atropelada semana passa da e estou louca de saudades dela choro todo tempo. o senhor disse que no prazo de 60 dias eles voltam para nosso lar e fiquei mais animada so que o meu caozinho(DUDU) é o pai dela e a cadelinha da minha vizinha a mae entao nos resolvemos colocar os dois para cruzar so que ela so entra no cio em setembro sera que minha (BABI) vai voltar pra mim nesse periodo ou é tarde demais?

    POR FAVOR ME MANDE UM EMAIL TRAZENDO UMA RESPOSTA ESTOU DESESPERADA…..

    Obrigada

  2. Aguarde, porque mais cedo do que você possa imaginar ela irá retornar para você.
    Grande abraço!

  3. Não sei se podemos encontrar algum elemento “espírita” dentro de leituras mais antigas, como a Odisseia (Homero), mas lembrei disso enquanto lia a postagem. Na aventura, Ulisses (rei de Ítaca) sofre uma intervenção de Atena (deusa) e fica desfigurado e velho, irreconhecível. Os únicos a reconhece-lo são a criada (por uma cicatriz que Ulisses tem) e o cão Argos (acho). Outro momento é a aparição de Atena para Ulisses e seu filho que, para a surpresa de todos, também é percebida pelos cães que correm assustados.

    Espero ter sido útil rsrs.

  4. Pode ter certeza de que seu comentário foi de extrema utilidade para todos nós, estudiosos da Doutrina Espírita, caro Carlos.
    São muitos os casos contados por nossos antepassados que viviam em contato maior com os animais das fazendas, aqui no interior de Minas Gerais. Uma pessoa de certa fazenda que morria em lugar distante, todos os animais que estavam presos no curral começavam naquela hora do desencarne um grande alvoroço como se estivessem vendo algo ou “sabendo” de algum acontecimento.
    Os animais são mesmo extraordinários!
    Um abraço!

  5. Olá Sr Dirceu Rabelo!
    Tive durante 9 anos e 4 meses um cão, que foi e ainda é para mim como um filho mto amado. Foi meu grande e absoluto amigo e companheiro. Mas em 11/09/2014 ele adoeceu gravemente e mesmo c todo o meu esforço e dedicação, não consegui evitar que ele desencarnasse.
    Ele me faz mta falta , choro mto por sua ausência e estou adoecida por conta disso. Pois ainda tenho a impressão
    de escutar o barulho de suas patinhas pela casa ainda tenho impulso de ir chamá-lo p dar comida, etc.
    Minha grande dúvida é: Deus nos permite ter novamente a companhia (reencarnação destes anjos) do mesmo animal? Em quanto tempo?

    Grata

    Dinorah

    • Dinorah, querida irmã!
      Deus nos permite sim, ter novamente a companhia desses nossos queridos filhos, porque nós somos seus professores e protetores e talvez isso já venha ocorrendo há algumas reencarnações só com esses animais que estão juntos de nós. Eles necessitam evoluir e, como já disse, eles nos acompanham em nossa jornada, também evoluindo.
      Tenho aqui em minha casa no momento, uma cadelinha vira-latas de nome Gina que me chegou não sei como, toda ferida, com sarna, bernes e morta de fome e sede aos três ou quatro meses de idade. Quando eu a vi, já a amei e vi que aquele pedacinho de carne machucada era minha e precisava de mim. Naquele dia ela comeu de tudo, desde ração de gatos, até restos de comida e tomou leite e dormiu tranquila numa caixa de papelão como uma “rainha”, pois encontrou carinho e amor. Tratei dela e hoje ela está bem melhor com nove meses de idade e eu a chamo às vezes de Gina e mais vezes de “BABY” que era o nome de minha última cadela, da raça Poodle que criei e que foi-se na separação com minha ex-mulher. A “BABY” morreu envenenada por um descuido e agora ela voltou para mim e por isso eu chamo tanto a Gina de Baby. E ela me atende pelos dois nomes. Portanto, aguarde um pouco mais que seu filhão vai retornar.
      Que Jesus a abençoe!


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