Publicado por: Dirceu Rabelo | 01/09/2013

MORTES DE CRIANÇAS NA SÍRIA

MORTES DE CRIANÇAS NA SÍRIA

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Síria

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Como o Espiritismo explica o fato de crianças inocentes padecerem tamanha atrocidade?

Esta é uma dúvida que a maioria das pessoas, que não conhecem a doutrina espírita, costumam ter.

É muito triste ver essa barbárie, sem dúvida. 
Mas a Doutrina Espírita nos ajuda a enxergar a vida por outro ângulo, mais abrangente, não limitado a uma única existência, partindo do princípio de que somos espíritos eternos.

NÃO EXISTE O ACASO NA CASA DO PAI

O que temos que ter em mente, especialmente em situações que nos fogem ao entendimento, como o ocorrido na Síria, são as palavras de Jesus: NÃO EXISTE O ACASO NA CASA DO PAI.

Deus está no leme, e não permitiria que essas crianças morressem, se isso não fizesse parte de um planejamento com vistas ao seu progresso espiritual.

Elas eram crianças em vida, mas como todos nós, são, na verdade, espíritos eternos, que já passaram por várias encarnações, e passarão por muitas outras.

DEUS NÃO SE ENGANA

As vezes, fatos tão chocantes como esses, nos dão a impressão de que “não tinham de ser”. A sensação que fica, em muitos de nós, é que tudo isso é um erro, que não tinha que ser assim.

Mas Deus não se engana. Cada encarnação é planejada para o máximo aproveitamento do Espírito, na sua senda evolutiva. Assim, nascemos no lugar certo, na época certa, nas condições adequadas, com as pessoas certas, para o progresso do nosso espírito, de acordo com o nível de evolução que nos encontramos.

Aliás, na grande maioria das vezes, nós participamos deste planejamento, e as provas à que estamos sujeitos são as que nós mesmos escolhemos.

A terceira parte do Livro dos Espíritos nos traz as Leis Morais. Na LEI DE LIBERDADE, os Espíritos tratam do tema “Fatalidade”, nas questões 851 a 867. Vejamos as explicações dos Espíritos:

questão 851 http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/fev17q851.html

questão 853 http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/fev17q853.html

Portanto, o Espírito não desconhece o gênero de morte, e as provas que deverá sofrer, pois na maioria das vezes, ele participa dessas escolhas, porque sabe que são necessárias para a sua evolução. É o remédio amargo de que todos precisamos, em um momento ou outro, de nossa caminhada espiritual, que é imortal.

O AMPARO DE DEUS

Os momentos de maior turbulência são os que nos tornam mais sensíveis ao chamado de Deus.

O nosso coração dilacerado nunca está só. Deus nos envia os seus Anjos, que nos sustentam quando estamos a um passo de fraquejar. Os que ficam, têm o amparo fraterno de bondosos irmãos espirituais, Protetores abnegados, incansáveis na causa do Bem. Os que partem, são igualmente ajudados no Plano Espiritual.

Nos desencarnes coletivos, há batalhões de Espíritos Socorristas no Plano Espiritual, para recepcionar e conduzir essas almas na Espiritualidade, como vemos em várias narrativas das obras de André Luiz.

Nunca estamos sozinhos nos momentos de agonia, e há sempre conosco Espíritos Protetores que nos auxiliam no desprendimento da carne. 
O momento da morte não é doloroso, como vemos no Livro dos Espíritos, Cap. 3, RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL:

questão 153 
A separação da alma e do corpo é dolorosa?

Resposta dos Espíritos: Não; o corpo, freqüentemente, sofre mais durante a vida que no momento da morte; neste, a alma nada sente. Os sofrimentos que às vezes se provam no momento da morte são um prazer para o Espírito, que vê chegar o fim do seu exílio.

Comentário de Kardec: Na morte natural, que se verifica pelo esgotamento da vitalidade orgânica em conseqüência de idade, o homem deixa a vida sem perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de energia.

-fonte: texto adaptado do site: O que os Espíritos Dizem-

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Responses

  1. Adorei s explicacao.sera que com os animais é assim também? Forte abraço. Jandira.

  2. Há diferença e grande… Com os animais, ocorre que eles estão em completo aprendizado e tudo para eles é aprendizado mesmo: tanto os bons tratamentos quanto as carnificinas que eles não merecem, por não serem maus e não serem portadores de espírito (ainda). Eles vão aprendendo com seus donos e assimilando o amor e aprendendo a serem bons, ou seja vão evoluindo conosco.
    Grande abraço fraterno!

  3. *EM TORNO DA FELICIDADE*

    Em matria de felicidade convm no esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos. Quem se aceita como , doando de si vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser. A nossa felicidade ser naturalmente proporcional em relao felicidade que fizermos para os outros. A alegria do prximo comea muitas vezes no sorriso que voc lhe queira dar. A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereo exato na conscincia tranquila. Se voc aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a prpria libertao, abraando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparao desse ou daquele dano que voc haja causado em prejuzo de algum. Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade impossvel ser feliz. Amor a fora da vida e trabalho vinculado ao amor a usina geradora da felicidade. Se voc parar de se lamentar, notar que a felicidade est chamando o seu corao para vida nova. Quando o cu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegar do campo e na beleza das flores que surgiro no jardim.

    ANDR LUIZ (Sinal Verde, 26, FCXavier,CEC)

  4. Texto maravilhoso de André Luiz, psicografado pelo saudoso Chico Xavier.
    Um abraço caro Heber,


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