Publicado por: Dirceu Rabelo | 17/04/2014

ANTIPATIA – MENSAGEM DE EMMANUEL

Publicado por: Dirceu Rabelo | 12/04/2014

O ESPÍRITA E A PÁSCOA

O ESPÍRITA E A PÁSCOA

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Páscoa

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O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações. “Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” – (João, 1:29).

João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos “pecados”, ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

Esta palavra “salvação”, segundo Emmanuel, vale por “reparação”, “restauração”, “refazimento”.

Portanto, “salvação” não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é “libertação” de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.

Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para “renovarmos” nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro “Em busca do homem novo” : “Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.

Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.

Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias.”

Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta “libertação” e/ou “renovação” é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos nos livrar deste homem velho.  Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.

Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.




Aspectos históricos dos ovos de páscoa


Na Antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.

Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.

Antigamente, me lembro, há mais de 20 anos, o costume era enfeitar e pintar ovos de galinha, sem gema e clara, e recheá-los com amendoim revestido com açúcar e chocolate. Os ovos de Páscoa, como conhecemos hoje (de chocolate), era produto caro e pouco abundante.

De qualquer forma o ovo em si simboliza a vida imanente, oculta, misteriosa que está por desabrochar.

A Páscoa é a festa magna da cristandade e por ela celebramos a ressurreição de Jesus, sua vitória, sua morte e a desesperança (Rm 6.9). É a festa da nova vida, a vida em Cristo ressuscitado. Por Cristo somos participantes dessa nova vida (Rm 6.5).


O chocolate



Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.

Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.


Fonte: Revista Cristã de Espiritismo, escrito por Rudymara

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/o-espirita-e-a-pascoa-50206/#ixzz2ygl6JuAF

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ESPÍRITO GUARDIÃO

ESPÍRITO GUARDIÃO

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anjo_da_guarda

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Sempre que uma alma nasce na Terra há uma lei divina que assegura a permanência de um espírito mais puro que vem zelar por ela durante toda a sua existência física. A vida humana seria por demais complicada, dura e tribulada se de vez em quando não recebêssemos um influxo suave e revitalizante que vem dos seres angelicais.

Por isso, Deus nos envia um ser espiritual que fica conosco desde o momento do nascimento até o dia de nossa morte, e frequentemente vem nos receber até mesmo logo após a nossa morte. Algumas vezes, o mesmo anjo guardião pode permanecer com uma pessoa por várias existências físicas, se assim a espiritualidade superior determinar.

Esse espírito guardião pertence a hostes espirituais que podemos considerar como mais elevadas nos planos cósmicos, e vem proteger os seres humanos da mesma forma como um pai protege seus filhos. A tradição cristã os denomina de “Anjo da Guarda”, ou “Anjo Guardião”. Outras tradições o chamam de “espírito protetor”, “Espírito guia” ou ainda “bom gênio”. O Livro dos Espíritos de Allan Kardec o chama de “irmão espiritual”.

Na Bíblia, em Êxodo (23, 20) vemos escrito: “Vou enviar um anjo adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei”. O Anjo Guardião quase sempre está conosco, mesmo que não nos demos conta de sua presença. Ele nos ampara, protege e auxilia nos melhores e nos piores momentos de nossa vida. As principais formas de auxílio que eles podem nos dar é nos sugerir bons pensamentos, nos guiar pelos caminhos tortuosos da existência mundana, nos conceder por vezes um influxo espiritual renovador, além de nos dar força, coragem, determinação e alento nos momentos mais cruciais.

Ninguém deve acreditar que o anjo da guarda ou espírito protetor nos retira de uma provação. Sua missão perante seus protegidos é apenas de contribuir com o bom andamento da vida humana para que, tanto quanto lhe seja possível, o ser humano possa superar todos os obstáculos que a vida o impõe. Ninguém deve acreditar que o espírito guia vai nos segurar no colo e nos fazer atravessar a lama que deveríamos cruzar pelos nossos próprios meios. Ele apenas zelará por nós para que as adversidades que precisamos viver sejam concluídas com sucesso.

Geralmente o espírito guardião opta em zelar por aqueles que lhe são caros, e que talvez já sejam seus conhecidos de vidas passadas. Os espíritos se unem quase sempre por uma questão de afinidade e sintonia de vibrações. Com os anjos guardiões funciona da mesma forma. Alguns espíritos guardiães podem gostar da tarefa que lhes foi incumbida e que concordaram desempenhar. Outros podem encarar mais como um dever do que como uma atribuição agradável.

O espírito guardião estará mais ou menos próximo de nós dependendo de como nós mesmos agirmos. No caso de nos envolvermos com situações degradantes, como vícios, apegos, paixões mundanas ou causar mal a outras pessoas, os espíritos protetores podem se afastar por um tempo indeterminado. Antes disso, eles vão fazer de tudo para que retornemos ao caminho do bem e a trajetória correta de nossa encarnação. Mas se ignoramos os conselhos que eles nos sopram e se preferirmos a presença dos espíritos imperfeitos e degenerados, eles podem não encontrar brechas para atuar sobre nós e se afastam. Mas esse afastamento não é total, pois um espírito guardião não pode nos deixar completamente, por pior que seja uma pessoa, ele apenas pode não conseguir mais agir sobre nós.

Algumas vezes os seres humanos criam uma casca densa de negatividade em sua aura, e isso pode ser uma verdadeira barreira para os espíritos protetores. Não conseguindo mais contato conosco, eles aguardam até que nossa consciência se reencontre, muitas vezes através da dor, para que eles possam retomar seu trabalho com seus protegidos. Mas é justamente se aproveitando desses momentos de dor e desespero, onde os homens se cansam de um padrão de comportamento que os faz sofrer, que os anjos guardiões podem restabelecer uma alma que havia se transviado.

Da mesma forma que os espíritos trevosos se aproveitam de nossos momentos de fraqueza para nos rebaixar e assim nos controlar, os anjos guardiões aproveitam-se dos momentos em que nossas forças se extinguiram, e pedimos o auxílio de algo maior em nossa vida. Nesse momento eles encontram uma brecha para voltar a atuar em nós e nos ajudar a retomar o caminho do desenvolvimento espiritual.

Ninguém deve invocar o anjo guardião ou tentar contato com ele para pedir banalidades, ou para que eles nos ajudem em tarefas que cabem a nós mesmos. Todos aqueles que se inclinam à prática do bem encontram espíritos bons que visam auxilia-lo no caminho de Deus. Portanto, a melhor forma de nos harmonizar com nosso espírito guardião é uma vida de pureza e benevolência.

Autor: Hugo Lapa 

Fonte: Espirit Book

Publicado por: Dirceu Rabelo | 26/03/2014

SINAIS DE ALARME

SINAIS DE ALARME

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Alarme

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Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:

quando entramos na faixa da impaciência;

quando acreditamos que a nossa dor é a maior;

quando passamos a ver ingratidão nos amigos;

quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;

quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;

quando reclamamos apreço e reconhecimento;

quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;

quando passamos o dia a exigir esforço, sem prestar o mais leve serviço;

quando pretendemos fugir de nós mesmos, através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente;

quando julgamos que o dever é apenas dos outros.

Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos, a prudência de parar no socorro da prece ou na luz do discernimento.

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Pelo Espírito Scheilla. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Ideal Espírita. Lição nº 27. Página 73.

Fonte: FEEAK – MINAS – Fraternidade de Estudos Espíritas Allan Kardec

 

Publicado por: Dirceu Rabelo | 24/03/2014

ENTENDIMENTO ESPIRITUAL – MENSAGEM DE EMMANUEL

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