Publicado por: Dirceu Rabelo | 20/09/2014

A SUBLIMAÇÃO DO AMOR – PALESTRA DE WAGNER GOMES DA PAIXÃO

Publicado por: Dirceu Rabelo | 17/09/2014

SAULO EM DAMASCO – ANANIAS

Publicado por: Dirceu Rabelo | 06/09/2014

SAULO, SAULO POR QUE ME PERSEGUES?

Publicado por: Dirceu Rabelo | 05/09/2014

PAPO APURADO – POEMA

PAPO APURADO

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Dirceu Thomaz Rabelo

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Espelho2

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Quem na vida já não teve

Altos papos consigo mesmo

Que, na maioria das vezes são silenciosos,

Principalmente, quando se está diante do espelho.

Às vezes destilamos ódios contra as pessoas

Com as quais convivemos nos dias últimos

Tramamos vinganças infantis para os dias posteriores

Por pequenos, ou menores atritos, já ultrapassados;

Contrariedades que nos acontecem no dia a dia

Mas, que ficamos remoendo, como tolos que somos…

Se o chuveiro está ligado e um banho nos aguarda

É o tempo de olharmos uma vez mais nossa carantonha,

Que ainda guarda resquícios de triste passado espiritual

E deixar que uma boa ducha caia suave sobre a gente

Como uma bênção Divina a purificar-nos corpo e alma.

Vem-nos reviravolta e santificante “insanidade”

E em voz alta perdoamos um a um, aqueles pobres irmãos,

Que no passado, certamente seriam nossas vítimas.

E não mais pensamos em vingança e, Oh Santidade!

Chegamos a transformar, num despojamento sacrossanto,

Toda e qualquer insídia escabrosa aos nossos ofensores,

Em jorros de bons fluidos e orações com o amor mais puro!

Comecemos o quanto antes a fazer os resgates ajustados

Do nosso imenso débito largado anotado no passado.

Deixemos deslizar de novos corações, outrora maculados,

Pequenas, cintilantes e puras moedas de caridade…

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(Pelo menos é assim que nos ensinam os bons espíritos,

E assim é que deveria ser…)

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Dom Joaquim/MG, 05 de setembro de 2014.

Publicado por: Dirceu Rabelo | 03/09/2014

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS – MENSAGEM DE EMMANUEL

Publicado por: Dirceu Rabelo | 29/08/2014

JESUS APARECE A SAULO – CONVERSÃO

Publicado por: Dirceu Rabelo | 22/08/2014

O MEU ARREBOL – POEMA

O MEU ARREBOL – POEMA

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Dirceu Thomaz Rabelo

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arrebol (1)

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Desanoitece mais um dia; longo dia!

E os últimos fantasmas deixam minha aldeia

Um branco lençol neblínico se diverte

Cobrindo e irritando o sol que se apressa a sair

O olho d’água abre o olhinho devagar

E deixa jorrar suas primeiras golfadas de vida

Chego ao meu roçado com minha afiada foice

Pronto para mais um laborioso dia de pecados

Em vez disso, resoluto ponho-me a matutar:

- Cuá! Vou cortar é coisa nenhuma!

Muito melhor é ser na vida como o arrebol

Que na aurora e no crepúsculo colore o firmamento

Matizando tudo com tons de vermelho belíssimos

Chamando para si, mansamente, a atenção de todos,

E sem prejudicar a quem quer que seja na vida…

Sem raios, trovões, vendavais… Só beleza!

É preciso crescer, fazendo o bem sempre que possível,

E aprender a não prejudicar o semelhante.

Tentarei ser como o arrebol!

Já tenho um grande mestre; o brilhante sol,

Que, quanto mais as nuvens tentam cobri-lo,

Mais seus raios resplendem por entre as frestas

Saindo do óbice umbralino, para a vitória de sua luz.

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Dom Joaquim/MG, 22 de agosto de 2014.

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